Herpes Zoster: Sintomas – Causas e Tratamento

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Introdução
Herpes Zoster é um assunto sério — mas a partir de agora você vai entender tudo do jeito mais simples e direto! Neste artigo, vamos explicar de forma clara o que é, como surgem os sintomas, quais são as causas e como tratar da melhor forma.

Você vai descobrir como reconhecer os sinais desde o início e saber o que fazer com rapidez e segurança.

E, claro, vamos mostrar também como prevenir essa condição com dicas práticas e modernas!

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O que é Herpes Zoster?

Herpes Zoster, também conhecido como herpes-zóster ou cobreiro, é uma infecção causada pela reativação do vírus varicela‑zoster, o mesmo da catapora. Depois de uma catapora, o vírus permanece adormecido nos gânglios nervosos e pode despertar no futuro. A reativação costuma ocorrer quando a imunidade cai, especialmente após os 50 anos ou em pessoas com o sistema imunológico enfraquecido.

Sintomas do Herpes Zoster

Os sintomas começam com dor intensa — queimação, formigamento ou pontada — em uma área específica da pele (normalmente um nervo ou “dermatomo”), antes mesmo das bolhas surgirem. Em 2 a 3 dias, aparece uma erupção vesicular agrupada, rígida e dolorosa. O quadro típico dura entre 3 e 5 semanas.

Em alguns casos, a dor persiste por meses ou até anos, configurando a neuralgia pós-herpética — uma complicação crônica que afeta cerca de 20% dos pacientes, especialmente quem tem mais de 50 anos ou diabetes.

Causas e fatores de risco

O Herpes Zoster ocorre quando o vírus varicela-zóster, que ficou latente após a catapora, é ativado por fatores como:

  • Idade: risco aumenta a partir dos 50 anos
  • Sistema imunológico enfraquecido: doenças crônicas, HIV, uso de quimioterapia ou medicamentos imunossupressores
  • Estresse físico ou emocional intenso
  • Diabetes, câncer ou outras doenças crônicas

Em estudos recentes, observou‑se aumento dos casos no Brasil durante a pandemia, possivelmente ligado ao estresse generalizado.

Como o vírus se desenvolve no corpo

Após a infecção inicial (catapora), o vírus permanece acantonado nos gânglios nervosos. Quando reativado, ele percorre o nervo afetado e causa inflamação no trajeto da pele, provocando dor intensa e vesículas na área correspondente ao nervo afetado (dermatomo).

Diagnóstico e exames comuns

O diagnóstico é clínico, com base nos sinais característicos: dor em dermatomos seguida de rash vesicular. Em casos atípicos ou duvidosos, pode-se usar PCR para confirmar a presença do vírus.

Tratamento disponível

Medicamentos antivirais

O tratamento ideal é iniciar antivirais (aciclovir, valaciclovir ou famciclovir) nas primeiras 72 horas após o aparecimento das lesões. Isso ajuda a reduzir a intensidade, a duração da doença e o risco de sequelas como a neuralgia.

Controle da dor e cuidados complementares

Para controlar a dor, pode-se usar analgésicos simples (paracetamol, anti-inflamatórios), ou em casos mais graves, opióides, lidocaína tópica ou bloqueios nervosos. Para a neuralgia pós-herpética, tratam-se sintomas com gabapentina, capsaicina tópica e antidepressivos tricíclicos, conforme caso.

Prevenção e vacinação

A vacinação é a forma mais eficaz de prevenção. No Brasil, desde 2022 está disponível a vacina recombinante Shingrix, recomendada em duas doses com intervalo de 2 a 6 meses, para adultos a partir de 50 anos e imunossuprimidos a partir dos 18 anos.

A vacina remonta uma eficácia superior à da antiga Zostavax (bola viva), que já não está mais em uso no país e teve eficácia menor em idosos. A proteção se mantém mesmo para quem já teve herpes-zóster antes, com sugestão de intervalo de 3 a 6 meses após a doença.

Reações mais comuns da Shingrix incluem dor local, fadiga, dor de cabeça, febre e dores musculares — geralmente leves e passageiras.

O SUS ainda não oferece oficialmente a vacina, mas há movimentações recentes indicando uma possível inclusão no calendário público em breve.

Dicas práticas no dia a dia

  • Se sentir dor localizada ou formigamento antes das bolhas aparecerem, procure um médico rapidamente para iniciar antivirais.
  • Mantenha a pele limpa e evite coçar as lesões; usar compressas frias pode ajudar a aliviar o desconforto.
  • Cuide da imunidade com boa alimentação, sono regular e controle do estresse.
  • Pacientes com diabetes, câncer ou comprimidos imunossupressores devem conversar com o médico sobre vacinação.

Cuidados especiais para grupos de risco

  • Idosos (≥ 50 anos): maior risco de complicações, vacinação recomendada com Shingrix.
  • Imunossuprimidos (≥ 18 anos): vacinação fundamental antes ou entre ciclos de tratamento médico.
  • Diabéticos e pacientes com doenças crônicas: monitoramento e prevenção são essenciais.

Vamos recapitular e agir já!

Este artigo mostrou de forma clara o que é Herpes Zoster, como identificá-lo, o que causa e como tratá-lo — com destaque para a prevenção eficaz por meio da vacinação Shingrix.

Se você leu até aqui, está pronto para reconhecer os primeiros sinais, buscar ajuda médica e cuidar da sua saúde de forma proativa! Compartilhe com quem mais precisa saber disso.

Lembrando que quanto mais cedo for iniciado o tratamento, maiores as chances de evitar complicações. Muitas pessoas ainda não conhecem o Herpes Zoster ou não relacionam seus sintomas à condição, o que atrasa o diagnóstico. Por isso, informação é poder — e cuidar da saúde começa por estar bem informado. Fique atento, converse com seu médico e incentive quem você ama a fazer o mesmo!

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